Transtorno de conduta: Um tema controverso

Um tema controverso
Transtorno de conduta
Dr.Danilo Godoy CRM/SC-21591 ,´,
Qual a sua opinião, vale a pena intervir o quanto antes, mas quem deve fazer isso?

Eu pessoalmente sigo a psiquiatria e considero um transtorno psiquiátrico frequente na infância e preocupação constante para familiares e clínicos, o transtorno da conduta vem sendo entendido por alguns pesquisadores do campo psiquiátrico como uma oportunidade para a intervenção preventiva, devemos considerar vários fatores, pouco abordados em esquissas como a exposição ao uso de drogas Lícitas e ilícitas.

As nuances das estruturas familiares que vem mudando plasticamente sem aprendizado conceptível pela educação empregada no país e a baixa capacidade de elucidar fatos que isso levou e que influenciou na criação na nova geração de pais, a Genética, e o ambiente em que o jovem está inserido, devemos levar em conta a que a continentalidade do país e que grande parte dos Brasileiros nem o nome do pai tem no registro, por abandono, mais concentrado nas regiões Norte e Nordeste a corrupção que nos atrasa ,( já o pior resultado da não prevenção, todo Político, que é ladrão, e desvia recursos sabendo que matará pessoas preenche os requisitos para sociopatia em certo grau). Frase solta que fala por si: Prisões para menores no Brasil.

Sempre terceirizar para o Governo?

Com o intuito de compreendermos as potencialidades, fragilidades e implicações éticas dessa proposta, analisamos as principais características, controvérsias e debates em torno de sua definição e as peculiaridades que concernem possíveis ações de prevenção. A idade de surgimento do transtorno, a história psiquiátrica familiar, a antecipação do diagnóstico para crianças em idade pré-escolar e a diferenciação entre categorias diagnósticas aplicadas aos comportamentos antissociais são identificados como aspectos controversos do transtorno que acarretam importantes consequências para possíveis propostas de prevenção.

Diagnóstico:

As características são perseguição, ameaça ou intimidação dos outros, iniciação de lutas corporais, utilização de armas que podem ferir os outros, crueldade com as pessoas, crueldade com os animais, prática de roubo ou assalto com confrontação da vítima, entre outros. Dentre os 15 critérios listados como comportamento antissocial, a presença de três nos últimos 12 meses e um persistente nos últimos seis meses são suficientes para se diagnosticar o transtorno.
Acredito sempre na intervenção precoce, e você?

Fonte: SILVA, L.R.F. Conduct disorder: an opportunity for prevention in mental health?. Interface – Comunic., Saude, Educ., v.15, n.36, p.165-73, jan./mar. 2011.

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